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Mostrando postagens com o rótulo ODS

Saúde Mental também é ESG

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Photo by  Pier Monzon  on  Unsplash Mês de janeiro é marcado pela cor branca, porque nos faz refletir sobre a questão da SAÚDE MENTAL. O bem estar mental e emocional dos cidadãos precisa ser pauta de políticas públicas. Uma sociedade ansiosa por causa de uma pandemia, por exemplo, gera impactos significativos na economia, nos empregos, na segurança, na educação e, principalmente, na saúde. A Ipsos realizou a pesquisa em 2021 "1 ano de Covid-19" para o Fórum Econômico Mundial. E, nesse estudo, levantou o dado que o Brasil é o 5° país entre 30 pesquisados que teve um declínio significativo de bem-estar emocional e mental. Dos entrevistados, 53% acreditam que sua saúde emocional e mental piorou após 1 ano de pandemia. Segundo dados da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, em 2020, o número de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez por causa de transtornos mentais e comportamentais foram elevados, uma alta de 26% em relação a 2019.  Dessa forma, as empresa...

Inclusive você!

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  Photo by Elevate on Unsplash Hoje é o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência ! Esta data tem sido estabelecida desde 1992 pelas Nações Unidas para promover uma maior compreensão dos assuntos relacionados à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar das pessoas. Certa vez assisti uma entrevista na televisão de uma pessoa com deficiência relatando a dificuldade de beber ou comer algo na casa de amigos e não conseguir ir ao banheiro depois por não ser acessível. Na ocasião o entrevistado falou: “se seu espaço não é acessível a pessoas com deficiência, na verdade, deficiente é o seu espaço”. Inclusão já! Confesso que esta entrevista me cortou afiadamente o coração. Me recordo de, na mesma hora, ter andado pela minha casa e imaginado pessoas com deficiências frequentando-a. Degrau no portão, quintal irregular, mais degrau pra entrar em casa, portas estreitas... O banheiro? Nem se fala, pequeno e estreito! Debatemos em casa sobre essa entrevista...

Quem nunca? Não mais!

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Photo by Jonathan Borba on Unsplash Dia 25 de novembro é o Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres e queremos estimular você a uma reflexão sobre o tema. Vamos? Como ponto de partida é necessário entender de que lugar estamos falando. Desde nossa constituição como país tivemos como base a opressão seja do indígena, do povo negro e consequentemente das mulheres. Partir dessa base fundante é crucial pra falarmos do que estamos vivendo hoje, pois não existe presente sem passado e não haverá um futuro melhor se não fizermos alguma coisa agora, já! Se perguntarmos às mulheres que fazem parte de nosso ciclo de relacionamento se já passaram por algumas dessas situações, como:  Ter ouvido que determinada profissão não era devida a uma mulher; saber que ganha menos que um homem na mesma função, mesmo que tenha mais qualificação; ouvir numa entrevista de emprego o questionamento de como vai conciliar a carreira e o cuidado do filho (quantas vezes se perguntou isso ...

Chega!!!

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  Photo by Raashid Ahamed on Unsplash Preciso falar sobre o que aconteceu no Salgueiro em São Gonçalo! Cada vez mais tem se tornado uma necessidade de cada um de nós nos engajarmos nas lutas dos que tem sido massacrados nesta sociedade, estruturalmente patriarcal, classista, cisheteronormativa, misógina e racista. Àqueles que dizem que isso é “mimimi” é hora de abrir corações e mentes para o que acontece com a população preta desde 1500. Atuei como professora e assistente social por muitos anos nas favelas do Rio de Janeiro e convivi de perto com o extermínio do povo preto. Em todos estes anos sempre tive a convicção de que somos compelidos o tempo todo a naturalizar as violências, em especial àquelas que os negros são submetidos cotidianamente, seja simbólica, psicológica e/ou física, a ponto de, quando ouvimos qualquer relato de morte de pessoas negras, neste caso específico, em favelas, banalizamos a morte correlacionando-a alguma atividade ilegal. CHEGA!!!   Mães tendo que...

O mito da Mulher Maravilha

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Photo by ActionVance on Unsplash Há uma história que sempre contamos aqui na Meta. A criação da personagem Mulher Maravilha. Ela foi criada por Charles Marston, pseudônimo do doutor William Moulton Marston, psicólogo e inventor. E, numa crítica ao fato da maioria dos super-heróis serem homens e, as mulheres, nos quadrinhos, serem relegadas a papéis secundários, estreou na edição All-Star Comics, número 8 de dezembro de 1941. Logo se tornou a mais emblemática super-heroína dos quadrinhos.  O pano de fundo para a criação dessa personagem foi, sem dúvida a mitologia grega, tratando das questões próprias sobre o papel das mulheres numa sociedade dominada pelo masculino, cenário que foi recentemente representado nas telas do cinema através do filme Mulher Maravilha. Este apresenta o mundo das amazonas, na ilha de Themyscira e o estilo de vida e formação das mulheres para independentes e guerreiras imbatíveis. Diana, que se tornará a super-heroína, é filha da rainha Hipólita. Ainda pode...

Depende de nós!

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Photo by Allgo an app for plus size people on  Unsplash Você sabe o que são os ODS  ( Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) ? Eles são fruto de um processo histórico que construiu uma agenda global em prol da qualidade de vida das pessoas ao redor do mundo e tem como meta serem atingidos até 2030. Essa agenda colocou países do mundo de mãos dadas! Os ODS são 17:   erradicação da pobreza, fome zero e agricultura sustentável, saúde e bem-estar, educação de qualidade, igualdade de gênero, água limpa e saneamento, energia limpa e acessível, trabalho decente e crescimento econômico, inovação infraestrutura, redução das desigualdades, cidades e comunidades sustentáveis, consumo e produção responsáveis, ação contra a mudança global do clima, vida na água, vida terrestre, paz, justiça e instituições eficazes e parcerias e meios de implementação.